Guardachuvadelaura
setembro 15, 2026
POR QUE NÃO ENFIAM NO RABO?
As bandeirolas – wind banners - políticas massacrando os
canteiros de Lajeado. Em várias delas, o candidato com mais grana é o que mais polui. Aquele pomposo escalador do Himalaia que nunca
escalou o Santo Antônio ou o Morro 25 - o queridinho da mídia. Vejo um outro que empregou o rato puxa saco envolvido em corrupção, mesmo sendo de partido opositor. O lamaçal muda de
nome, mas continua o mesmo. Ai, que preguiça dessa gente, né dona Tomaza?
DO MEU BLOQUINHO
A luz do quarto era como um holofote a iluminar Elvira Vigna. Minhas mãos seguravam o livro emprestado, em ambos lados das capas. Senti coceira no dorso da mão direita. Olhei e enxerguei minha velhice. Mãos idosas. Enrugadas e com várias pintas. Algumas de mais tempo, a grande maioria, novas. No dia a dia eu nem havia percebido ao usar talher, escova de cabelo ou tesoura. Com o holofote no quarto, me assustei. Eram as mãos de minha vó? Não, as minhas. Ainda bem que tatuei meu signo no dedo, aquele que manda alguém tomar no cu. Mãos de velha, talvez engane, o passado transgressor. Falácia, eu sei, mas precisava desse lenitivo...
FRANCISCO
A Catedral Metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do
Sul, construída entre 1921 e 1972, exibe na sua parte externa a escultura de um rosto cujo
nome era, até pouco tempo atrás, desconhecido.
É o rosto de Francisco (Cogogn Topp) da etnia Xokleng -
massacrada pelos brancos - que inspirou oito carrancas indígenas esculpidas pelo arquiteto André Arjonas e acopladas à Catedral.
Essa descoberta cabe à pesquisadora Vanessa Gomes de
Campos, historiadora e arquivista da Arquidiocese.
Vi na Matinal News!
Leia na íntegra: https://sul21.com.br/noticias/cultura/2026/09/de-quem-e-o-rosto-por-tras-das-carrancas-da-catedral-metropolitana-de-porto-alegre/





