Guardachuvadelaura
março 20, 2025
MALVINA NA UNIVATES
Durante este semestre na Univates, a disciplina “Entre currículos transversais e contextos híbridos”, orientada pela professora Angélica Vier Munhoz, Rafael Padilha Ferreira e Natália Hoppe Schultz (Estágio docência), a galera da Letras vai estudar o currículo em suas diferentes dimensões, mas com uma ênfase especial na decolonialidade - um conjunto de práticas, conceitos, pesquisas e estudos que visam diminuir ou reverter os efeitos da colonização.
Meu livro “Malvina”, da Editora Libélula, entra na
temática “Trabalho, classe e território”.
O coração suspirou, baixinho.
DO MEU BLOQUINHO
Acendi uma vela para Nossa Senhora Aparecida... Quando pensei em orar, meus pensamentos foram contaminados por dúvidas e a escrita, pela raiva. Santa, questionei, pq tu irias interceder por mim, quando tantos outros sofrem muito mais e ainda vivem em precárias situações? Pq intercederia quando existem crianças em cativeiros, sendo estupradas e Deus e uma legião de santos e santas, nem aí? Quando tem hospitais lotados com gente a beira da morte, em sofrimento atroz? Quando tantas mulheres assassinadas por homens criminosos? Pq haveria de atender minhas orações sabendo dos políticos corruptos cada vez mais ricos sem nada acontecer com eles? Pq atender quando existem tantos pedófilos e outros podres no deepweb à solta, cometendo seus crimes sem que neles recaia a ira divina? Afinal, Santa, de que lado tu tá? Com esses padres fakes, com gente pedindo a morte do Papa, com esses pastores pervertidos, com tantos gurus imorais? Falam que é pra ter fé... À fé cabe 60% da cura de uma doença, os outros 40% cabe à ciência - disse um médico que cobra os olhos da cara para fazer cirurgia e a cada uma delas, cada vez mais milionário. Mas que fé é essa nesse mundo de gente ruim? De gente q só pensa em destruir o planeta? Que fé é essa com uma gentalha gananciosa que não para de construir e destruir o meio ambiente? De gente do agroveneno? De gente que pede a volta da ditadura? É do lado dessa gente que tu tá, Santa? Por que o castigo divino nunca chega para essa humanidade vil? Que essa chama te ilumine, clareie meus pensamentos, e aponte o caminho da fé... Talvez, muito talvez, eu consiga crer e andar por ele, no rastilho da convicção milagrosa.
ADA
Ada Limón, a 24ª poeta Laureada dos EUA e a primeira pessoa de origem latina a ocupar o lugar. Em 2023, ganhou o prêmio Bolsa MacArthur, conhecida como a bolsa dos gênios, que paga US$ 625.000 em parcelas trimestrais, ao longo de cinco anos.
março 10, 2025
DO MEU BLOQUINHO
Quando escrevo ficção, os personagens berram dentro da minha cabeça, os lugares brilham e sigo meu feeling. Hoje acordei às 4 da madrugada com uma personagem na cabeça e sua história... Opa, já falei q amo reticência? Que as reticências têm finalidades práticas? O q calou, o q sugere, a ironia, a desilusão, o que ficou para trás. Por exemplo: eu seria mais feliz se não gostasse de escrever? Talvez... Então, só me preocuparia com a cara, o físico, as roupas, as viagens e as amizades ocas. Jogaria tênis a qualquer hora e todo o dia, rata de academia. Mas não - eu preciso escrever, me jogar nas palavras. E sapecar reticências... E correr atrás da minha nova personagem, com suas dores, raivas, desesperanças e preconceitos. Essa minha personagem é fascista, é aquela que aplaudiu o dia 8 de janeiro dando risadas do que assistia na televisão. É uma personagem que chama de baleia uma mulher na piscina do clube. Uma personagem que “não suporto a viadagem nas novelas e na vida real”. Uma personagem que fecha o nariz quando passa por uma catadora de latinhas e “tanto emprego por aí”, que é racista e atravessa a rua para não passar ao lado do homem negro que vem em sua direção, que não gosta de gente velha – “velho fede, velho é repetitivo”. Tô pensando que essa personagem quando criança colecionava Barbies. Quando adolescente, colecionava tênis de marca. Quando adulta virou médica. Preciso escrever baseada na banalidade do mal, de Hannah Arendt, que me abriu os olhos para a normalização da ruindade de quem sequer desconfiamos... E toma reticências.
JAZZ NO ESPAÇO DEWES
Dia 22 de março, sábado, no Espaço Cultural Wilson Dewes, uma noite de jazz com o pianista holandês Mike del Ferro, acompanhado do batera Ricardo Arenhaldt e do baixo, Everson Vargas. Antes se apresenta no palco do Grezz, em Porto Alegre.
Saiba mais: mikedelferro.com/pt
Ingressos a 120 reais pelo pix 51 99128 7915. Garanta o seu!
Informações: 51 9910 9648.março 06, 2025
DO MEU BLOQUINHO
Encontrei por aí dois caras que há muito não via... Envelheceram bem, ambos.Voltei pra casa com a cabeça no fervilho: qual a vantagem de ser mulher nesse planeta? Carregar uma criança durante 9 meses, um desespero pra parir e depois ainda precisa ouvir “é a cara do pai!”. E as dores? Tirar sobrancelha dói, e pior, depilar dói muito. Termina a raiva da tpm, chega a insônia da menopausa e cadê a tesão que tava aqui? A mulher enche a cara de botox, de ácido hialurônico, e sai com aquele bico de pata, crente que ninguém nota a deformação. É, mas eles... Eles botam um bigode e um cavanhaque, as cãs não incomodam - um charme dizem, justamente elas. Se a gente não pinta, “Tu tá a cara da tua mãe!” (A mãe tem 90 anos) Se tu não faz nada, “se atirou”; se eles, “se manteve”. Se dá piti é “histérica”. Se eles, a Síndrome de Burnout. Antes que eu me esqueça, vtnc. Dias de revolta e angústia.
FISCHER ENTREVISTA ASSIS BRASIL
O escritor e professor Luís
Augusto Fischer entrevista na revista eletrônica Parêntese, do sábado, 1º de
março, o colega professor e escritor “Luiz
Antonio de Assis Brasil, romancista de larguíssima carreira (são vários
romances, entre livros de outro teor, um dos quais resultantes de sua também
vasta carreira como professor orientador da mais antiga oficina literária do
país, na PUC, Escrever ficção) e sujeito com uma visão aguda das coisas, como
não poderia deixar de ser.”
Fui aluna de ambos. Do Assis, na Oficina de Criação Literária, na Puc. Do Fischer, em Especialização em Literatura Brasileira, na Ufrgs.
A entrevista é uma delícia e traz revelações até sobre os leitores de Assis.
Separei pequenos trechos:
Luíz Augusto Fischer – Que lembranças vivas tu tens da Porto Alegre da tua infância? Havia alguma rotina na tua vivência da cidade?
Luiz Antonio de Assis Brasil – Minha infância, até
os 12 anos, foi em Estrela, zona de colonização alemã. Lá aprendi o “alemão”
(dialeto do Hunsrück), e fazia vagens ao interior profundo da colônia,
acompanhando compromissos profissionais do meu pai. Em certas casas, só se
falava o “alemão”, e eu sabia tudo o que falavam, e eu mesmo sabia dizer
algumas frases decoradas e outras, que com a passagem do tempo, eu inventava.
Mas ainda na colônia: o que mais me valeu, depois da língua, foi o conhecer a “alma colona”, seu modo de pensar, seu amor à Bíblia (os evangélicos luteranos sempre a tinham, em casa), seu sentido de ordem, regularidade e respeito à autoridade. Depois, casei com uma descendente de colonos alemães.
Luíz Augusto Fischer – Cães da província (1987)
é um marco na tua trajetória, em mais de um sentido, não? Foi um doutorado
raríssimo entre nós, até então, e te habilitou formalmente a orientar pesquisas
acadêmicas. O fato de lidar com uma pessoa real, como o maldito e amalucado
Qorpo-Santo, terá sido uma diferença importante, certo? (...)
Luiz Antonio de Assis Brasil – Meu interesse pelo Qorpo-Santo era antigo, mas no campo do folclore familiar. Meu avô materno, Octavio Vicente Pereira (nasceu em 1872), viveu a infância na Rua da Praia, e tinha 11 anos quando Qorpo-Santo morreu. Eram quase vizinhos. Ele me contava de um “poeta maluco”, muito estranho, que andava pela rua sem cumprimentar ninguém, “sem nem tirar o chapéu”, mas que parava para conversar com o pai dele (pai do meu avô), Nicolau Vicente Pereira, dono de loja na mesma Rua da Praia, e membro do Partenon Literário; tem colaborações (muito ruins) na célebre revista, é só ler. Imagino que as conversas eram literárias, mas podiam ser sobre o preço dos tecidos.
(...)
Mais um tempo se passou, e eu já tinha publicado alguns
livros; quando surgiu a história da tese, eu precisava de algo novo, e houve
alguém (deixemos assim) que me sugeriu escrever um romance sobre o Qorpo-Santo,
e foi uma luz.
Achei que eu tinha com “legitimidade” para escrevê-lo, e então fui atrás de maiores informações, que eram raríssimas, conversei com o Damasceno, li a Ensiqlopedia, emprestada generosamente pelo Júlio Petersen (que depois foi adquirida pela PUC, junto com a biblioteca do Júlio); enfim, não foi “difícil”; o que faltava eu fiz como qualquer ficcionista faz: enchi com a imaginação.
*Malvina... “enchi com a imaginação”! Eu também. E pincei uma peça do Qorpo-Santo para um dos capítulos...
Luíz Augusto Fischer – Queria saber mais do caso de Videiras de cristal, que depois passou a ser publicado como nome do filme que o adaptou, A paixão de Jacobina: como tu encaraste essa espécie de missão, que te liga agora a Josué Guimarães, que tinha publicado com grande impacto, nos anos 1970, seu A ferro e fogo, com dois volumes, recriando a chegada dos germânicos no estado, e que, ao que se sabe, tinha a intenção de alcançar o episódio Mucker, base do teu romance? Tu te dedicas o livro a ele, certo? Foi difícil ter a sombra do Josué?
Foi então que veio à cabeça a experiência que eu tinha acerca da colônia alemã, e que já contei. O conhecimento próximo da “alma alemã”, a língua, tudo.
Ocorre outro fato: a Valesca é neta do Dr. Christian Fischer (que ela conheceu, ele com 100 anos), médico alemão que chegou em São Leopoldo em pleno episódio dos Mucker. Claro, viria a ser personagem do romance. À busca de elementos concretos, visitei mais de uma vez o Ferrabrás, levado por um livreiro de lá, o sr. Arti Hugentobler, conversei e conversei com pessoas de lá.
Quando o Arti dizia que eu era escritor e iria escrever sobre os Mucker, um deles me disse: “Mas para quê? Já tem o livro sobre os Mucker”. Ele se referia à obra parcialíssima e apologética do Padre Ambrósio Schupp S.J., Os Muckers.
Positivamente, meu livro não seria isso. Bueno: o Josué, de quem eu era amigo, tinha, como se sabe, previsto o fechamento da trilogia A ferro e fogo com um romance que seria Tempo de angústia, dedicado aos Mucker. Claro, o tema era dele. Caí em mim. Recolhi o meu cavalo, tirei os arreios e larguei no pasto. Subitamente, a Nídia avisa que o Josué está muito mal, no [hospital] Moinhos [de Vento]. Nem nos permitiu acesso ao quarto, e fez bem.
Depois da morte dele, e até em homenagem a ele,
dediquei-lhe o Videiras. Na primeira na fila de autógrafos, livro em mãos,
a Nídia, acompanhada pelo [Joaquim] Felizardo. Não acredito em nada, mas
naquele momento era como se o Josué estivesse me abençoando. Agora fiquei
sentimental.
Luíz Augusto Fischer – E como foi ver o livro filmado? Te frustrou? Te alegrou? As duas coisas? E outras adaptações para narrativa de cinema ou tevê, como tem sido?
Luiz Antonio de Assis Brasil – O filme? Horrível, uma fantasia sentimental. (...)
Luíz Augusto Fischer – O que vem vindo por aí? Planos? Como serão os teus 80 anos completos, do ponto de vista da criação? Teremos memórias também?
Luiz Antonio de Assis Brasil – Memórias não cogito, por irrelevantes... (...)
Hoje, os escritores têm seus empregos, vivem com certo conforto, vão à praia e levam os cachorros para espairecer. Isso nunca daria biografia e, muito menos, memórias. (...)
O que escrevo? Estou revisando (o que me ocupará todo 2025, não tenho pressa), um texto de forte cunho autorreferencial, em primeira pessoa (sem ser autoficção, claro), e que, mais uma vez, circula em torno da música. Chama-se, por enquanto, Sinfonia O Milagre.
DÉBORA VÁSQUEZ
"Porque não tenho um quarto só para mim.
Porque, quando escrevo à mão, me custa entender minha própria letra.
Porque ler é mais prático, quando a tipografia não é miúda demais.
Porque prefiro me manter à distância de mim mesma e ver filmes no cinema.
Porque minha caligrafia me dá desânimo. Se tivesse letra bonita, teria ideias melhores. Tenho inveja de quem coleciona cadernos caprichados, com desenhos.
Porque odeio pensar que alguém possa estar lendo por cima do meu ombro. Não gosto que espiem meus defeitos, muito menos que os surpreendam. Para que ninguém tente me compreender e tenha compaixão de mim.
Porque, se escrever os livros que levo dentro de mim, talvez perca peso e saia voando.
Porque não quero ter que inventar profissões falsas cada vez que no café da esquina me perguntam se sou escritora já que faço anotações."
Por que não escrevo, um pequeno ensaio da escritora argentina Débora Vázquez. Na Revista Piauí.fevereiro 28, 2025
VIRGINIA WOOLF
(Collage "Zulmira", em A falecida, de Nelson Rodrigues, 1953, Laura Peixoto)
“Você pode escrever para si mesma ou para um pequeno círculo de amigos íntimos; pode escrever porque sente que é um alívio da dor; porque sente que é uma necessidade, porque é um gesto de amor.
Mas a verdade é que as palavras que você coloca no papel tem o poder de moldar o mundo, de
mudar vidas, de acender chamas em corações que nunca conheceram a luz.
Escreva, mesmo quando duvidar de si mesma, mesmo quando o
medo sussurrar que suas palavras não importam. Porque há alguém lá fora, alguém
que precisa exatamente do que você tem a dizer.
E é essa conexão, essa coragem de compartilhar sua
verdade, que faz de você não apenas uma escritora, mas uma guerreira da alma.”
DO MEU BLOQUINHO
ÚTIL ATÉ O FIM
"Ao curvar-te com a lâmina rija de teu bisturi sobre o cadáver desconhecido, lembra-te de que este corpo nasceu do amor de duas almas, sorriu e sonhou os mesmos sonhos das crianças e dos jovens.
Por certo amou e foi amado, e sentiu saudades dos que partiram.
Acalentou um amanhã feliz e agora jaz na fria lousa, sem que por ele se tivesse derramado uma lágrima sequer.
Seu nome só Deus o sabe, mas o destino
inexorável deu-lhe o poder e a grandeza de servir a humanidade que por ele
passou indiferente."
A Oração ao cadáver desconhecido é praxe em aulas de anatomia no Brasil.
*
Será que no curso de medicina da Univates também rezam?
Li na Revista Piauí, que o Human Anatomy Center, de São Paulo, importa cadáveres e paga bem.
Os corpos são submetidos à técnica fresh frozen, ainda
pouco difundida na América Latina.
Congelados a temperaturas baixíssimas logo depois da morte, os cadáveres não precisam ser submetidos a conservantes tóxicos como o formaldeído. Disso resulta que os músculos e tecidos não ficam enrijecidos, como costuma acontecer em corpos tratados com produtos químicos.
Os fresh frozen oferecem aos cirurgiões a possibilidade de treinar operações em um corpo maleável, parecido com os que encontrarão na mesa de cirurgia.
A importação é o recurso que resta porque, no Brasil, poucos estabelecimentos aplicam a técnica. Faltam até mesmo cadáveres embalsamados no modo tradicional, com formol.
Atualmente, de acordo com a Sociedade Brasileira de Anatomia (SBA), há 41 programas de doação voluntária no país, todos ligados a faculdades de medicina.
Só a partir de 2019 começou o uso de corpos congelados no Brasil. Em São Paulo, hoje, além do Human Anatomy Center, o Instituto de Treinamento de Cadáveres (ITC) e a Faculdade CTA recorrem ao método.
A doação voluntária de corpos para a ciência foi
regulamentada no Brasil em 1992 e ainda é pouco conhecida pela população.
* Vou doar o meu aos alunos da Medicina da Univates.
Assim, quando verem uma chapa do tórax não vão se enganar, trocando a imagem do
coração por uma do pulmão... Ahã.
Sempre pensei em virar adubo para uma árvore, mas serei mais útil, em uma mesa de dissecação para os bisturis da galera mexerem à vontade.
Como proceder?
Para doar o corpo a uma faculdade, é necessário manifestar a
vontade de doar em vida, e, após a morte, a família deve autorizar a doação.
Testamento.
Escritura pública com registro em cartório.
Testamento vital (diretivas antecipadas de vontade).
fevereiro 20, 2025
MARIO BENEDETTI
Não te rendas, por favor, não cedas,
Ainda que o frio te queime,
Ainda que o medo te morda,
Ainda que o sol ponha e se cale o vento,
Ainda existe fogo na tua alma,
Ainda existe vida nos teus sonhos
Porque cada dia é um novo começo,
Porque esta é a hora e o melhor momento,
Porque não estás sozinho, porque eu te amo.
* no
livro “Entre los poetas míos...”
PROJETO AUTOR PRESENTE
O Instituto de Leitura Quindim
existe desde setembro de 2014, antes, como Centro de Leitura Quindim, fundado pelo
escritor, e presidente da entidade, Volnei Canônica. A sede em Caxias do Sul.
Achei curiosa a designação e fui pesquisar.
O nome “Quindim” foi uma sacada do ilustrador Roger Mello, que em uma única tacada homenageia dois grandes escritores brasileiros: Monteiro Lobato, pela criação do rinoceronte Quindim, do Sítio do Pica-pau Amarelo, e o poeta Mario Quintana, cujo doce português, o preferido.
O Instituto conta com biblioteca e livraria e promove exposições, oficinas, palestras, cursos.
Para saber mais: https://www.institutoquindim.com.br/
Corta para 2025, quando o Quindim,
assume a realização técnica do projeto Autor Presente - existente
desde 1972, no Instituto Estadual do Livro (IEL), órgão da Secretaria de
Estado da Cultura do RS.
Para a edição deste ano foram selecionadas 50 escolas de 23 cidades que fazem parte do programa RS Seguro, do Governo do Estado.
Inscreveram-se 122 autores. Foram selecionados 50, um para cada escola.
Coube ao Instituto de Leitura Quindim a seleção dos escritores, conforme os critérios:
- Autores gaúchos ou
residentes no RS;
- Qualidade literária;
- Trajetória dos
artistas;
- Obras em catálogo.
Como autora de “Malvina”, “Engole esse Choro”, “Crescer é morrer devagarzinho”, “Intrigas da Colônia”, “Um dia tudo se ajeita”...
Fui selecionada!
#institutoquindim