LEE MILLER
Assisti “Lee”, a cinebiografia da fotojornalista Lee Miller. Um filme bacana, honesto e com uma atriz que
gosto muito, Kate Winslet. Nos dois últimos anos da 2ª Guerra, Lee que fazia fotos para a revista Vogue, conseguiu um passe para seguir para o front.
São delas algumas fotos bem conhecidas que mostram os judeus sobreviventes, ou
as pilhas de cadáveres.
No filme, uma cena mostra aviões americanos, após libertarem Paris dos alemães, jogando milhares de papéis. Neles, versos do poeta Paul Éluard: “Liberdade”.
Parei o filme e fui para o Wikipedia:
"Liberté" carrega consigo o peso da História. Escrito em 1942, com o título "Une Seule Pensée" (Um Único Pensamento), esse texto foi transportado clandestinamente da França, ocupada pelos nazistas, para a Inglaterra.
Em 1943, traduzido para vários idiomas, o poema foi
distribuído como um panfleto, lançado por aviões aliados nos céus da Europa
conflagrada.
O responsável por contrabandear essa preciosidade francesa para a Inglaterra foi um brasileiro, o pintor pernambucano Cícero Dias (1907-2003). Em reconhecimento a essa proeza, Dias foi condecorado pelo governo francês com a Ordem Nacional do Mérito, em 1998.

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