NEPAL
O planeta agoniza entre as queimadas, as avalanches, as enchentes, os terremotos, os tsunamis. É sintonizar os telejornais que a gente leva um soco na cara: a humanidade em sofrimento. As maiores potências mundiais nada fizeram para minimizar o aquecimento global.
Não é de hoje – diz alguém entendido de tiktok.
Em 1931, as enchentes na China ao longo dos rios
Yangtzé e Huai, mataram entre 2 e 4 milhões de pessoas.
Em 2004, um terremoto submarino (existe isso?) matou
227.000 pessoas em 14 países, no Oceano Indico.
Continuem a desmatar, a explorar e poluir o planeta.
Não tem mais ponto de retorno. Phudeu geral.
Enquanto um desses “acidentes naturais”
não destruir a Casa Branca, o Kremlin ou a Cidade Proibida, continuaremos espectadores da destruição na Terra, esse resíduo de almas, como escreveu James Joyce.

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