O QUE EU QUERO PARA A EDUCAÇÃO
O que me motiva a lutar pela educação são 30 anos de
magistério que me ajudam a conhecer de dentro a importância de ensinar e de
aprender, vendo que a escola é, provavelmente, o melhor caminho para a
cidadania plena.
Mas também acompanho o crescente descaso com professores
e professoras, os cursos de licenciatura minguando, o desânimo de um lado e o
desrespeito por outro. Por tudo isso, acredito que é preciso reagir. Com força.
E a reação se faz com propostas e ouvindo as pessoas.
Amo dar aulas. Quem me conhece minimamente sabe disso.
Mas é fácil perceber que, frequentemente, toda a atenção em âmbito escolar se
volta para alavancar índices de desempenho.
Quem ouve os professores? Quando se ouve? Quem pensa no
seu tempo de sala de aula? Onde estão suas vozes?
Respeito não vem com flores e maçãs. A docência é uma
profissão (sim, ainda é preciso dizer isso): salário digno, plano de carreira
saindo da gaveta, direitos iguais em todos os níveis de ensino, formação
permanente.
É desta luta que falo: sobre questões básicas que
precisam ser visibilizadas, discutidas e solucionadas.
* Sim, tô apoiando!
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