São Paulo ganhou um novo espaço cultural: o Museu do
Livro Esquecido.
Instalado na histórica Casa Ranzini, um casarão
centenário de estilo eclético florentino, a poucos minutos do metrô Japão-Liberdade, o
museu oferece ao público um mergulho na história dos livros impressos e na
evolução da tipografia.
Confira o acervo de três mil exemplares, incluindo
primeiras edições e livros raros.
No local, a exposição “A Solidão e a Escrita: Pioneiras”, que
honra três escritoras que utilizaram a
escrita como meio de enfrentar a solidão: Carolina Maria de Jesus (114-1977,
Teresa Margarida da Silva e Orta (1711-1793)
e Christine de Pizan (133-1430), a primeira escritora que viveu a partir
da escrita.
O Museu do Livro Esquecido promete se tornar um ponto de
encontro entre história e literatura na cidade, oferecendo um espaço para a
preservação e o estudo das obras que marcaram gerações.
No futuro, oficinas literárias.
Visitação só aos sábados e domingos, das 10h às 17h, na
Rua Santa Luzia, 31, Sé/Liberdade.
Entrada livre. Até 23 de fevereiro de 2025.
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