VOCE JÁ LEU?
Em 1981, o historiador uruguaio René Armand Dreifuss publicaria “1964 – A conquista do Estado”, provando a participação direta dos Estados Unidos, via agências federais, corpus diplomático e forças armadas, e também de empresas privadas como a Texaco, Shell, ESSO (das iniciais S.O., referentes a Standard Oil, empresa pertencente à família Rockefeller), Bayer, General Electric, IBM, Coca-Cola, Cigarros Souza Cruz e General Motors. Todas financiaram instituições brasileiras como gestoras do golpe, sobretudo o Instituto de Estudos e Pesquisas Sociais (IPES).
Quem vai escrever sobre o financiamento do golpe de 8 de janeiro de 2023, em Brasília?
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