REPORTAGEM DO INTERCEP BRASIL
Piauí, Santa Cataria, agora Goiás: estupro de menina de 13 anos, pelo pai, engravida. Vai ser mãe e irmã. A ficção não supera a realidade. E com ajuda da Justiça, a menina não consegue abortar.
Há 10 semanas que Julia (nome fictício) tenta executar o procedimento “negado pelo hospital e pela justiça – apesar de sua interrupção da gravidez ser totalmente legal".
A demora já fez com que a menina cogitasse fazer o aborto
por conta própria, colocando sua vida em risco.”
Que mãe é essa - ou ela não vive mais? – que deixa a filha viver com o pai estuprador de 24 anos? Um pai que, com apoio de advogados cristãos, entrou na justiça para q o aborto fosse adiado e o feto sobrevivesse.
Nesse caldeirão asqueroso da justiça, da medicina e de estupradores privilegiados, junta-se a esses fdp, um padre e uma freira fdp. Que sociedade de merda é essa q vivemos? Que atraso de gente é essa?
“O processo corre em segredo de justiça, mas o Intercept Brasil teve acesso à decisão da desembargadora que impediu o aborto e outros documentos relacionados e ouviu pessoas familiarizadas com a situação.
O caso mostra que, mesmo com a derrota do PL do Estupro – aquele que impunha uma pena maior à mulher que abortasse de um estupro do que de seu abusador –, os direitos das meninas e das mulheres está muito longe de estar garantido.”
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