CADÊ O VERDE QUE TAVA AQUI?
O entorno do rio Taquari, um dos mais impactados pelas enchentes de maio, carece de um tipo de proteção que poderia ter reduzido o impacto das cheias. Na foto, em vermelho, o verde que sumiu.
Apenas 31% das Áreas de Preservação Permanente (APPs) – margens dos rios protegidas por lei – da região estão cobertas com vegetação nativa. Diz o Movimento Pró-Matas Ciliares do Vale do Taquari, com base em dados da MapBiomas.
Essas margens deveriam ter suas áreas preservadas de 100 a 200 metros de largura, em alguns pontos contam com apenas 5 metros de proteção.
O Código Florestal, que regula a proteção da vegetação nativa no Brasil, determina que as APPs devem ter uma largura equivalente à dos corpos d’água adjacentes – por exemplo, rios com até 10 metros de largura devem ter uma faixa de preservação de 30 metros em cada margem, enquanto rios mais largos necessitam áreas preservadas maiores, podendo chegar a 500 metros em cada margem.
VTNC*.
Fonte: Matinal Jornalismo
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