BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
Incrível, mas já participei. Ao lançar meu primeiro livro, Intrigas da Colônia, cheio de erros, sem revisão oficial - aprendi a lição na dor e vergonha. Isso lááá em 2012.
Agora leio que a 26ª Bienal desse ano homenageia
Portugal e que traz 19 escritores brancos, por conta dos festejos do bicentenário
da Independência do Brasil.
Para não ficar tão constrangedor, a jornalista e
escritora Marilene Felinto, na Folha de SP, escreve:
“A curadoria portuguesa, "em nome da
diversidade", somou estranhamente a essa lista o nome de três escritores
negros não portugueses, nascidos em ex-colônias de Portugal —a moçambicana
Paulina Chiziane, o angolano Kalaf Epalanga e o timorense Luís Cardoso.
E questiona:
Por que homenagear o colonizador e não a narrativa
literária dos povos sacrificados pela colonização?”
Boa pergunta.
Só queria dizer que em maio de 2018, a linda Feira do Livro de Lisboa, ao ar-livre, homenageou o Brasil. Aí sim foi constrangedor ver uma fila gigantesca para ouvir ao “guru espiritual” Sri Prem Baba. Depois comprovado, “um abusador sexual e um aproveitador da boa vontade da comunidade para enriquecer.”
O povo não aprende. Não existe mito nem milagre.
Em agosto teremos a #16ª Feira do Livro de Lajeado, que volta à Praça da Matriz e homenageia o centenário do escritor português José Saramago, a professora Ivete Kist, como patrona e o historiador e escritor Waldemar L. Richter, de Forquetinha.
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