Escola particular tem tanto medo de perder os clientes que
não resolve as situações de bulliyng no seu espaço pedagógico... E assim a criança chega à
idade adolescente carregando o fardo da estupidez dos colegas. Já vivi os dois
lados. Posso falar de cadeira e cuia na mão. Em uma escola os guris incomodavam
outro menino. As mães se encontravam na saída da escola e conversavam, mas a
mãe do menino abusado não foi capaz de comentar o sofrimento do filho com a mãe
de um deles. Depois de dois anos, finalmente a escola chamou as mães. Dois
anos!!! E o caso da adolescente que ficou três
dias sem ir ao colégio, por ter sido excluída do grupo das colegas? Olho com lupa: as mães destas já eram
abusadoras quando as alunas foram elas. São as mesmas que hoje vestem máscaras
e fogem ao racional liberando álcool nas
festas de 14 anos...
Enquanto isso em outra escola particular, uma aluna conta que também sofria bullying. Hoje
está na faculdade e vê o irmão passar pelo mesmo tormento. Disse o pai: "não há
humanidade, mas monstruosidade da parte deles." Sim, o bulliyng é tão eficiente que atinge até as profissões dos
pais do menino. E se me lembro, foi nesse mesmo colégio, que soube de meninas de seis anos se juntando para
excluir outras. E a escola?
Nada. Os “clientes” que se virem. Sejam monstros
ou vítimas.
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