FLAVIO TAVARES
A família Tavares e
eu na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, ontem, para a homenagem ao
jornalista Flávio Tavares, uma proposição do vereador Roberto Robaina, do PSOL.
A honraria destaca a contribuição de alguém ao desenvolvimento
social, econômico ou humano da capital: o Troféu Câmara Municipal de Porto
Alegre.
Em 2014, também pelo PSOL, Flavio Tavares já havia recebido o título de Cidadão de Porto Alegre, por ser um dos nomes mais importantes do Jornalismo gaúcho.
E viu os de 2023?
Que viveu a Campanha da Legalidade entrincheirado no palácio do governo durante 8 dias, sem tomar banho e com revolver na mão esperando um ataque q não veio? “Aqui nasceu as raízes da volta da democracia, com um movimento civil.” – lembrou.
O escritor e jornalista viveu no exílio durante 10 anos. Conhece muito do Brasil. E também da China, de Portugal, Argentina, Uruguai e o México.
Dono de
excelente memória e de um pensamento que une o passado e o presente, ao ver
tantas pessoas de diferentes idades, profissões e cores partidárias se referiu ao encontro como um “verdadeiro ato
ecumênico político“, representado pelos ex-governadores presentes, Olívio e
Jair Soares, de quem é amigo de ambos. E lembrou:
“A desavença ideológica deve nos unir, a divergência somar, e isso é a democracia.”
Flavio é um cidadão plural e ecológico, quando se posicionou contra a maior lavra
de carvão a céu aberto na região metropolitana de Porto Alegre apenas a um
quilometro e meio do rio Jacuí e que
afetaria a comunidade Mbya Guarani, muito próximo ao local.
E eu? Aproveitei pra tietar, claro!
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